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Metalúrgicos de fornecedores da Embraer fazem greve

UAI:


Metalúrgicos de três fornecedoras da Embraer entraram em greve nesta sexta: Sobraer, Sopeçaero e Pesola, todas com unidades em São José dos Campos. A produção nestas empresas, que fabricam peças de fuselagem estrutural de aviões, foi totalmente interrompida. Na assembleia unificada entre as três fábricas, realizada hoje, os trabalhadores exigiram o início imediato das negociações para reajuste salarial, considerando setembro como data-base. Segundo nota do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o grupo patronal do setor aeronáutico, liderado pela Embraer, quer manter novembro como data-base.

Com a paralisação, os metalúrgicos também querem pressionar as empresas a pagar participação nos lucros e resultados (PLR) – eles querem valor igual ou superior ao pago em 2008, mas, segundo a nota, as empresas não aceitam fazer o pagamento. Juntas, as três fábricas possuem 250 trabalhadores. Uma nova assembleia deve acontecer segunda-feira.

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Inadimplência cai entre devedores com renda acima de 4 salários, diz pesquisa
G1:

Dados são parte da pesquisa bimestral da TeleCheque.
Em julho e agosto, mulheres tiveram maior índice de inadimplência.

A inadimplência de pessoas com renda acima de quadro salários mínimos caiu no quarto bimestre do ano (julho e agosto) em comparação com o bimestre anterior. Os dados são parte da pesquisa bimestral “Perfil do Inadimplente”, da TeleCheque, empresa de verificação de crédito, divulgada nesta sexta-feira (25).

De acordo com a pesquisa, no início da crise financeira internacional, em setembro e outubro de 2008, a participação do grupo foi de 52,7%. Em julho e agosto deste ano, o índice caiu 3,6%, ficando em 50,8%.

Segundo a TeleCheque, fatores como o desemprego e o atraso de salário perderam a importância nos resultados, de 5% e 2%, respectivamente, no início da crise, para 3% e 1%, no último bimestre.

A pesquisa afirma ainda que, nos meses de julho e agosto, as mulheres têm maior índice de inadimplência que os homens (com 54,84% de participação).

O principal motivo apontado na pesquisa para a inadimplência é o descontrole financeiro, com 63,22% das respostas. A pesquisa foi feita com base no banco de dados da empresa, que tem cerca de 12 mil usuários, em mais de mil municípios, de acordo com a assessoria de imprensa.
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Líderes do G20 prometem ação rápida por acordo de Doha, diz comunicado
G1:
Encontro das 20 maiores economias será encerrado nesta sexta. Esboço do comunicado final prevê mais regras para setor financeiro.

Líderes mundiais prometeram trabalhar “o mais rápido possível” para concluir as negociações de um acordo global de comércio e ter suas principais autoridades no assunto reunidas no começo do próximo ano, mostra o esboço de um documento do G20 nesta sexta-feira (25).

“Continuamos comprometidos com uma maior liberalização comercial. Estamos determinados a buscar uma conclusão ambiciosa e equilibrada para a Rodada de Doha em 2010”, afirmam os líderes no comunicado inicial.

Os líderes do G20, que agrupa países desenvolvidos e emergentes, estão reunidos em Pittsburgh para negociações que visam colocar o mundo em uma rota de crescimento mais sustentável após a pior crise econômica em décadas. A versão final do comunicado será divulgada após o encontro de dois dias.

A Rodada de Doha, lançada no final de 2001 com a meta de ajudar países pobres a progredir por meio do comércio, já se tornou a série mais longa de negociações comerciais desde a adoção do atual sistema internacional.

Principal fórum

No mesmo comunicado, o grupo dos 20 maiores países desenvolvidos e emergentes (G20) afirmou que vai se tornar o principal fórum econômico mundial e criará regras mais rígidas para o sistema bancário.

O documento disse que as nações que compõem o G20 têm a “responsabilidade perante a comunidade de países de assegurar a saúde da economia global” e firmaram o compromisso de assegurar no próximo ano um acordo sobre as negociações do comércio mundial.

O presidente Lula, o presidente norte-americano, Barack Obama, e as primeiras-damas
Marisa Letícia e Michelle Obama, nesta quinta (24) (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência)

Os dirigentes do G20, que encerrarão o encontro de Pittsburgh nesta sexta, aceitaram que o grupo se transforme no “principal fórum para a cooperação econômica internacional”, também afirmou a Casa Branca em um comunicado.

O governo dos Estados Unidos não informou, no entanto, qual será o destino do G8, grupo dos oito países mais ricos do mundo.

Estímulo e mais regras

Os líderes mundiais prometeram manter as medidas de estímulo econômico até que a recuperação global esteja garantida e disseram que trabalharão juntos quando for o momento de retirá-las, afirmou o esboço do comunicado.

O G20 também chegou a um acordo para adotar medidas para conter os excessos do setor financeiro que causaram a atual crise mundial, segundo o comunicado.
Uma fonte da delegação de um Estado membro do G20 afirmou apenas que a decisão não representa a morte do G8.

Mais espaço no FMI

O esboço inicial do documento final do G20 afirma ainda que há um consenso em elevar as cotas dos emergentes em pelo menos 5%, graças a uma transferência de ”países super-representados para mercados emergentes, dinâmicos e sub-representados, e nações em desenvolvimento na próxima revisão de cotas (do FMI), que será concluída em 2011″.

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Ford anuncia plano para construir fábrica na China

G1:

Da Agência Estado
25 de Setembro de 2009

A Ford Motor anunciou que planeja construir uma nova fábrica na cidade de Chongqing, na China, sua terceira unidade no país. A decisão faz parte de um esforço mais amplo para acelerar a entrada da companhia no mercado chinês e alcançar concorrentes importantes. Na terça-feira, a imprensa chinesa já havia adiantado que a Ford faria o anúncio nesta semana.

A nova fábrica, que será construída com um investimento de US$ 490 milhões, será operada junto com a parceira chinesa da Ford, a Chonqing Changan Automobile, e a japonesa Mazda Motor. As duas fábricas que a Ford já possui na China – uma em Chonqing e outra em Nanjing – também são dirigidas conjuntamente pelas três montadoras.

A terceira fábrica da Ford na China vai produzir a próxima geração do modelo Focus e será capaz inicialmente de fabricar 150 mil veículos ao ano quando for inaugurada em 2012, informou a Ford. “Nós vamos realmente nos concentrar na China e no restante do mercado asiático, que deverá ser responsável por pelo menos um terço da demanda global por automóveis”, disse Alan Mulally, executivo-chefe da companhia.

A abertura da nova fábrica vai elevar a capacidade de produção anual combinada da Ford e da Mazda na China para 600 mil veículos, dos atuais 447 mil. Apesar disso, a Ford ainda precisará fazer mais para alcançar os principais concorrentes na China – Volkswagen, General Motors, Hyundai Motor e Toyota Motor são as quatro maiores montadoras no mercado chinês. As informações são da Dow Jones.
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Apenas 16% das pessoas dizem ter tempo suficiente para suas atividades

Administradores:

25 de setembro de 2009 às 00:07
Por Roberta de Matos Vilas Boas – InfoMoney

Se você pudesse fazer o dia durar mais que 24 horas, você o faria? A pergunta já é comum, assim como a sua resposta: sim. Isso porque a falta de tempo já virou um problema que afeta muitas pessoas. Algumas sofrem desse mal por acumularem muitas tarefas, outras por não saberem se organizar.

Uma recente pesquisa da empresa de assessoria e consultoria virtual Prestus, com 86 profissionais e executivos, indicou que apenas 16% deles sentem que possuem controle das atividades que precisam realizar no tempo que possuem.

Já 50% dos participantes afirmaram que se sentem com pouco tempo para resolver problemas pessoais e profissionais, enquanto outros 32% se sentem com pouquíssimo tempo.

Jovens e mulheres

O levantamento também indicou que já não há mais diferença entre homens e mulheres, pois ambos se sentem com pouco tempo. Já em relação à idade, são os profissionais jovens, entre 26 e 35 anos, os que sofrem mais com isso.

Entre essas pessoas, uma das soluções que elas estão mais dispostos a adotar para otimizar a execução de tarefas é o uso do smartphone, indicado por 62% dos profissionais jovens. Já entre os mais maduros, essa opção foi indicada por apenas 30%.

No geral, a maioria pede ajuda a uma outra pessoa, sendo que mais de 60% recorrem a alguém para assuntos particulares e 50%, para assuntos relacionados a veículo, casa e compras. Neste último caso, é mais comum que homens busquem ajuda do que mulheres.

Como todos querem economizar tempo, as compras pela internet são cada vez mais adotadas pelos profissionais. Na pesquisa, 77% dos entrevistados afirmaram que usam a web para adquirir produtos.

Trabalho, casa, trânsito

Outro dado importante do estudo mostra que quase a metade do dia de um profissional (11 horas e 33 minutos) é dedicada à jornada de trabalho, sendo que o tempo médio fora do escritório e de casa é de 3 horas e 20 minutos por dia útil.

Entre os profissionais da área de Humanas, o tempo fora da empresa e da residência é maior, de 4 horas e 15 minutos por dia.

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Cresce O Número De Jovens À Frente Do Próprio Negócio
24 de Setembro de 2009

UAI:

O curso de economia e o MBA em negócios, feito nos Estados Unidos, poderiam ter rendido boas oportunidades de emprego para Fernando Lana, quando ele concluiu sua formação, há quatro anos. Mas ele não quis nem tentar. Antes mesmo de finalizar a graduação, a decisão de criar o próprio negócio já estava tomada e, apesar de não se tratar de uma vocação familiar, a pulsação empreendedora acabou falando mais alto. “Direcionei o foco da minha formação para o empreendedorismo. Meu sonho era ter uma empresa com a minha cara e, é claro, guiada por mim.”

Hoje, quatro anos depois de inaugurar a primeira loja no segmento de sorveterias, Fernando está prestes a alçar um voo ainda maior. Em poucos dias, a terceira loja da I Scream abre as portas para o público da Savassi e já estão sendo feitos planos para a expansão da marca. A ideia é transformá-la em franquia, conquistando, assim, espaço em todo o Brasil.

Com esse perfil, o empresário engrossa as estatísticas que apontam o Brasil como um dos países mais empreendedores, com destaque para os que estão na faixa etária entre os 18 e 24 anos. A última pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2008 apontou que o jovem brasileiro é o terceiro mais empreendedor do mundo. Do total no país, 25% são jovens. Ficamos atrás somente do Irã e da Jamaica, com 29% e 28% de jovens empreendedores, respectivamente. Continue lendo.

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Sob pressão, as pessoas funcionam melhor ou pior? Veja opinião de especialista

Administradores:

Por Karin Sato – InfoMoney

“Alguma pressão é necessária, uma vez que o ser humano tem a tendência de se acomodar”, diz especialista.

Existem pessoas que trabalham melhor sob pressão. Mas é uma minoria. Quem garante é Flavia Garbo, gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre – Soluções em Recursos Humanos.

“Acredito que é preciso separar a pressão das ações de incentivo. Por exemplo, ações como a do “funcionário do mês” são motivacionais e em nada se comparam com o terrorismo exercido por alguns gestores, que ficam infernizando a vida do funcionário e cobrando metas inatingíveis”, explica.

“Alguma pressão é necessária, uma vez que o ser humano tem a tendência de se acomodar. Existe aí uma zona de conforto, na qual as pessoas acabam se apoiando”, acrescenta.

Pressão boa ou ruim?

Segundo a especialista, um dos pontos que determinam o comportamento opressor do líder é a meta. “Para motivar, a meta deve ser atingível e desafiadora. Quando é inatingível, ocorre uma pressão que é desnecessária”.

A maneira de se comunicar também indica se o gestor já passou dos limites. Gritar, ameaçar de demissão e humilhar já indicam assédio moral.

Consequências da pressão

Essa pressão desnecessária, na maioria das pessoas, causa estresse e esgotamento. “O efeito é o oposto do esperado. Se a pressão é por prazo, a empresa perde em qualidade. Se é por qualidade, pode perder em prazo”, afirma.

Quando um profissional passa muito tempo sob pressão, sua produtividade cai vertiginosamente, de acordo com Flavia. “Justamente para combater o estresse, muitas empresas contam com programas de qualidade de vida para seus funcionários”.

Ela lembra que alguns profissionais estressados chegam a desenvolver problemas de saúde, como gastrite, dor de cabeça e insônia. “Como resultado, o nível de absenteísmo [ausência no trabalho] aumenta”.

A gerente de Desenvolvimento Organizacional alerta ainda que o profissional pode vir a sofrer a chamada Síndrome do Burnout, termo que, em inglês, significa “acabar-se em chamas”. Trata-se de um desgaste provocado pelo trabalho, que causa profundo sentimento de exaustão, frustração e raiva.
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Não preciso de treinamento…Já sei tudo!


Por Dalmir Sant’Anna – http://www.administradores.com.br

Para algumas pessoas, o treinamento é aceito como tortura e, de maneira enérgica, afirmam que treinar não passa de um desperdício de dinheiro.

Gradativamente, passam a ser indivíduos que não são capazes de perceber que a oportunidade de aprender permite aprimorar as habilidades profissionais e a resolução de problemas de comunicação, expandir o leque de negociação, administração de conflitos e a relação humana entre líder e liderado. Há pessoas que reclamam da empresa onde atuam, mas na prática não são capazes de oferecer um esforço a mais em favor da organização e da própria carreira profissional.

Desta maneira, é possível perceber que através do treinamento, grande parcela de pessoas habituadas aos valores individuais podem ser treinadas para pensar no trabalho coletivo e se tornarem membros de uma equipe. O treinamento precisa atuar na parte racional, emocional e fortalecer a certeza de retorno do investimento realizado.

Pessoas que dizem que não precisam de treinamento, normalmente, há mais de dois anos não realizam nenhuma alteração no próprio currículo e continuamente reclamam que o mercado de trabalho não oferece oportunidades. São pessoas que ao receber um convite para um treinamento, palestra, curso ou ainda, para uma reunião de feedback, balançam a cabeça demonstrando indignação e aversão ao tempo que será “desperdiçado” com esta atividade.

Contam com esta percepção por não visualizar a oportunidade existente no desenvolvimento pessoal e, por não terem a capacidade de compartilhar informações, auxiliar na resolução de conflitos e desenvolver novas habilidades, necessárias para expansão de resultados positivos. Observe os dois fatores abaixo e perceba a existência de pessoas que afirmam saber tudo sobre determinado assunto, mas ao serem convocadas para determinada atividade, encontram dificuldades e não são capazes de alcançar os resultados esperados.

Funcionário que não recebe capacitação rema contra a missão – Existem líderes e empresários lojistas que dizem não treinar seus liderados (balconistas, vendedores, atendentes) alegando que depois de algum tempo, este funcionário pedirá a demissão e passará a trabalhar no concorrente.

Quando ouço afirmações como estas, faço reflexões, e imagino como deve ser o clima organizacional desta loja. Penso onde está a preocupação e a paixão que este líder demonstra sob seus liderados no processo de aprendizagem organizacional. Quando sou convidado para apresentar palestra para líderes lojistas, afirmo que um funcionário que não recebe capacitação, acaba remando contra a missão, a visão e a própria meta de venda. Você conhece alguma pessoa que trabalha em vendas desta maneira?

Na prática, um profissional que não recebe treinamento e não participa de um processo de qualificação, acaba atendendo mal, encontrando desculpas e se escondendo atrás de culpados.

A chegada de um concorrente pode fazer acordar – Um empresário contou que era preciso intensificar o atendimento urgente da sua loja, melhorar a vitrine, o aspecto visual da loja e a iluminação. Questionei qual era o motivo de tamanha aceleração, pois anteriormente ele acreditava que isto era supérfluo. A resposta foi imediata: acaba de ser inaugurada, próximo da minha empresa, uma loja com estes diferenciais e os clientes estão comentando e elogiando.

Perceba que há empresários que durante muito tempo mantêm a loja do mesmo jeito sem nenhuma inovação, entretanto, a chegada de um concorrente é capaz de fazer acordar. Há líderes que não investem em treinamento e ficam surpresos, quando percebem que há clientes que voltam continuamente para comprar na loja do concorrente.

Também é relevante destacar que há líderes que não tem paciência para ensinar e querem melhores resultados dos seus liderados, que muitas vezes desconhecem onde, quando e como realizar determinada tarefa. Você conhece algum líder assim? O treinamento contribui para que o administrador se torne um membro de um time e mais disposto a ser julgado como parte de uma equipe.

Os líderes contemporâneos monitoram os resultados e fortalecem o exercício de treinar seus liderados para demonstrar continuamente, a necessidade de não aplicar uma visão pelo esforço competitivo, mas ao contrário, buscam estimular uma visão pelo esforço cooperativo entre colaboradores e setores.

Uma organização, indiferentemente do tamanho, que deseja melhorar o desempenho no mercado onde atua, investe na capacitação da sua equipe de trabalho, na força de vendas e na melhoria continua por melhores indices produtivos. Define as expectativas, apóia, torce, vibra e faz com que cada treinamento, seja um momento de reflexão para contribuir com mudanças positivas no trabalho que realiza.

Antes de reclamar do desempenho produtivo de um funcionário, responda: Esta pessoa recebeu realmente o treinamento necessário para alcançar os melhores resultados?

Dalmir Sant’Anna – palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas (Univali), pós-graduado em Gestão de Pessoas (Univali), bacharel em Comunicação Social (Ielusc), mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br


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O que diferencia líderes autoritários de exigentes? Veja opinião de especialista


Administradores:

Por Luana Cristina de Lima Magalhães – InfoMoney

Segundo consultor de RH do Grupo Soma, o líder autoritário é o dono da razão; já o exigente é detalhista.

Conviver com um líder que não aceita diálogo e cuja palavra é sempre a única opção válida não é fácil. Agora imagine um líder detalhista e rigoroso nos seus princípios. Com qual desses dois perfis de gestor você trabalha: o autoritário ou o exigente?

De acordo com o consultor de RH (Recursos Humanos) e diretor executivo do Grupo Soma, Arlindo Felipe Jr., o líder autoritário é o dono da razão, não aceita que a sua equipe opine. Seu lema é: eu mando e você faz. Já o gestor exigente sabe dialogar com os funcionários e conhece muito bem a área sobre a qual é responsável, bem como o mercado no qual atua, por isso tem senso de qualidade exacerbado.

Líder autoritário

Uma das características marcantes do líder autoritário é que ele desenvolve uma gestão por meio da opressão e do medo. “Geralmente, esse líder mostra o erro de um profissional, mas não revela como consertá-lo”.

Os impactos para a empresa que conta com a gestão de um líder autoritário, segundo Felipe Jr., são clima organizacional negativo, no qual as pessoas não têm motivação para trabalhar, e altos índices de turnover (rotatividade).

Entretanto, o consultor destaca que, em alguns casos, uma liderança autoritária momentânea pode ser válida. “Em uma reunião de fusão, quando o líder quer impor os valores da empresa para os novos funcionários, ele terá uma posição autoritária. Além disso, nos casos em que o líder tem uma equipe sem estrutura, na qual os funcionários não obedecem as regras e são acomodados, a liderença autoritária é válida.

Líder exigente

Já uma particularidade do gestor exigente, segundo Felipe Jr., é o rigor com os seus princípios. Assim, essa pessoa procura sempre dar o exemplo para que a equipe o siga. “Esse gestor é aberto ao diálogo, desde que as pessoas tenham argumentos mais fortes que o dele. Além disso, esse líder está sempre presente na equipe auxiliando e, quando preciso, colocando a mão na massa”.

O consultor ressalta ainda que esse líder pode trazer benefícios para a equipe, se for bem interpretado. “Se a equipe souber aproveitar a presença desse líder, ela irá crescer profissionalmente, já que esse perfil de gestor ajuda os seus profissionais a desenvolverem seus pontos fracos”.

Autoritário x exigente

Confira abaixo uma tabela com as principais atitudes desses dois perfis de liderança:

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Profissional questionador: como ele é visto? Ele terá sucesso?

Administradores:


Por Karin Sato – InfoMoney

Ele pode ser jovem, idealista, ambicioso, crítico, desafiador e apaixonado pelo que faz. Porém, também pode ser presunçoso, mimado, manipulador e preguiçoso. Toda empresa tem seu funcionário questionador.

Esse perfil de profissional pode contrariar seus líderes ou a organização na qual trabalha porque é visionário. Seu propósito é o crescimento da empresa. Mas existe um segundo tipo de questionador: o presunçoso. Ele duvida do que é dito porque é inflexível e não gosta de ouvir a opinião alheia. Por vezes, pode questionar a necessidade de realizar determinada tarefa se esta for por demais difícil.

As dúvidas que pairam sobre esses personagens do mundo corporativo são:
Como questionadores são vistos pelo gestor?

Questionar é bom ou ruim?

Ele fará sucesso no mercado?
Como é visto

A consultora da Career Center, Cássia Lourenci, explica que quando os questionamentos são constantes, a imagem do profissional é ruim. “Questionar o tempo todo indica inflexibilidade e dificuldade para ouvir. Parece que só seu ponto de vista é válido. Se a pessoa é inteligente e tem bons argumentos, se sai menos pior, mas se fala sem base, acaba sendo prejudicada”.

Na outra ponta da questão, está o profissional que nada questiona. Ele aceita tudo e não expressa suas próprias opiniões. A atitude é igualmente negativa. “Ninguém precisa concordar com tudo. É preciso ser coerente e saber se colocar. No entanto, às vezes, é necessário também compreender que, por trás de cada decisão da empresa, existe um contexto, uma demanda, um histórico e uma cultura”.

Cássia diz que os extremos são ruins. “Tudo, em exagero, é negativo”, garante.

Diferença está na comunicação

“Para tudo que for fazer na vida, saiba que o que importa, no final, não é o que se fala, mas a forma como se fala”, afirma a consultora. Desta forma, atente-se aos seguintes tópicos, na hora de se comunicar:
Como: A forma como as pessoas falam faz toda a diferença. Por exemplo, é possível fazer uma crítica a alguém, sem causar desapontamento ou chateação, dependendo da forma como a comunicação se dá. Cássia exemplifica: “Se eu comunicar uma decisão que tomei à diretoria da empresa e, posteriormente, falar exatamente da mesma maneira com a equipe operacional, certamente um dos dois públicos não irá entender”, garante;

Onde: Não dá para criticar o gestor na frente da equipe ou perante os acionistas, por exemplo;

Quando: Existe hora para tudo. Já imaginou começar a fazer pedidos e reclamações ao gestor de sua área na hora em que este encontra-se atribulado com seus afazeres? Ele provavelmente não irá gostar da atitude. A consultora da Career Center diz que uma boa hora para expor suas ideias e dar sugestões é durante a avaliação de desempenho. Mas ela alerta que a avaliação é sua. Não cabe falar de terceiros, sob hipótese alguma. “É um momento seu, é a hora de discutir o que você tem de aprimorar e o que precisa descartar”, afirma, ao dar um exemplo: “Algumas pessoas acham que seus argumentos terão mais força se envolver terceiros, então dizem que a equipe toda não concorda com determinado processo. Isso pode ser malvisto pelo gestor”.
Questionador terá sucesso?

É de se esperar que questionadores não tenham uma carreira bem-sucedida, já que podem parecer insolentes. Cássia diz que o importante é ter equilíbrio, não questionar demais nem de menos.

Mas, para ela, questionadores podem ter sucesso, a depender de seus argumentos. Daí a importância de, na hora de sugerir uma mudança na empresa, por exemplo, se embasar. “Faça o benchmarking, analise o que o concorrente faz, o que o profissional de sucesso faz, o que a empresa que já passou por aquele mesmo problema fez. Não quer dizer que é preciso copiar a fórmula de sucesso da concorrência, mas faz todo sentido estudar e, na hora de se comunicar com o líder, apresentar dados concretos. Caso contrário, o discurso será vazio, limitado a hipóteses, que podem estar equivocadas”.

Por fim, se o questionador quiser ter sucesso, ele precisa desenvolver seu poder de persuasão. “Há pessoas que, mesmo sem argumentos, possuem uma capacidade de persuasão absurda. Conheço palestrantes famosos que não têm conteúdo, mas, por conta da capacidade de comunicação e do carisma, fazem sucesso”, exemplifica. É claro que persuadir com bons argumentos é garantia maior de sucesso.
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